CVA
Centro de Vacinação de Adultos

Calendário básico de vacinação: adultos - 2012

Idade

Vacinas

Número de doses

20 a 59 anos

Hepatite B (1)

3 doses em não vacinados => 0, 30 e 180 dias

dT (difteria e tétano, tipo adulto) em não vacinados (2)

3 doses em não vacinados => 0, 30 e 180 dias (e reforço a cada 10 anos)

Febre amarela (3)

1 dose em não vacinados (e reforço a cada 10 anos)

SRC (tríplice viral, MMR) (4)

2 doses em não vacinados => 0 e 30 dias

60 anos ou mais

Hepatite B (1)

3 doses em não vacinados => 0, 30 e 180 dias

dT (difteria e tétano, tipo adulto) (2)

3 doses em não vacinados => 0, 30 e 180 dias (e reforço a cada 10 anos)

Febre amarela (3)

1 dose em não vacinados (e reforço a cada 10 anos)

SRC (tríplice viral, MMR) (4)

Dose única em não vacinados

Gripe (influenza) (5)

1 dose anual

Antipneumocócica 23 valente polissacarídica (6)

Dose única

Observações

1

Os adultos (incluindo idosos) que não tiverem comprovação de vacinação contra a hepatite B, devem receber o esquema completo, com 3 doses. A segunda e a terceira doses devem ser aplicadas, respectivamente, 30 e 180 dias após a primeira. Para os que tiverem esquema incompleto (1 ou 2 doses), completar até a terceira dose (não reiniciar o esquema). A vacina está disponível nos Centros Municipais de Saúde apenas para grupos vulneráveis: gestantes (após o primeiro trimestre), trabalhadores da área da saúde; bombeiros, policiais (militares, civis e rodoviários), caminhoneiros, carcereiros (delegacias e penitenciarias), coletores de lixo (hospitalar e domiciliar), agentes funerários, comunicantes sexuais de pessoas portadoras do vírus da hepatite B; doadores de sangue, homens e mulheres que mantêm relações sexuais com pessoas do mesmo sexo; pessoas reclusas (presídios, hospitais psiquiátricos, instituições de menores, forças armadas etc.), manicures, pedicures e podólogos; populações de assentamentos e acampamentos; potenciais receptores de múltiplas transfusões de sangue ou politransfundido; profissionais do sexo, usuários de drogas (injetáveis, inaláveis e pipadas) e portadores de DST. Também está disponível nos CRIE para imunodeficientes, sob prescrição médica.

2

Todas as pessoas a partir de 20 anos (incluindo idosos) que não tiverem comprovação de vacinação contra tétano e difteria, devem receber o esquema completo, com 3 doses da dT. Para os que tiverem esquema incompleto (1 ou 2 doses), completar até a terceira dose (não reiniciar o esquema). O intervalo mínimo entre as doses é de 30 (trinta) dias. Os adultos com 3 doses ou mais de DTP, DT ou dT, devem receber apenas uma dose (reforço). Em pessoas com ferimentos de alto risco para tétano e em gestantes (preferencialmente no sétimo mês), antecipar o reforço com a dT para 5 anos após a última dose.

3

Adultos (incluindo idosos) que residam ou que irão viajar para áreas de risco de febre amarela, no Brasil ou no exterior. Para não vacinados, em caso de viagem para áreas de risco, inclusive no exterior, a vacina contra febre amarela deve ser feita 10 dias antes da partida. A vacina é contraindicada para gestantes e mulheres que estejam amamentando, nos casos de exposição ao risco de contrair febre amarela a avaliação médica é imprescindível. Antes da vacinação de pessoas com 60 anos ou mais, deve ser feita uma avaliação médica dos riscos. Os reforços devem ser administrados a cada dez anos.


A SRC (tríplice viral, MMR) está disponível para mulheres até 49 e homens até 39 anos, que não tenham comprovação de vacinação anterior.

5

A vacina contra gripe (influenza) está disponível anualmente, durante a Campanha Nacional de Vacinação do Idoso.

6

A vacina antipneumocócica é aplicada, durante a Campanha Nacional de Vacinação do Idoso, nos indivíduos que vivem em instituições fechadas (casas geriátricas, hospitais, asilos, casas de repouso). Uma única dose de reforço pode ser feita cinco anos após a dose inicial.

Fonte: Ministério da Saúde, 2012 (modificado).

O Cartão de Vacinação é um documento de comprovação de imunidade. É responsabilidade das Unidades de Saúde emití-lo ou atualizá-lo por ocasião da administração de qualquer vacina. Deve ser guardado junto com documentos de identificação pessoal. É importante que seja apresentado nos atendimentos médicos de rotina e fundamental que esteja disponível  nos casos de acidentes.

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