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CVA Centro de Vacinação de Adultos |
Fernando S. V. Martins & Terezinha Marta P.P. Castiñeiras
A vacina contra a febre amarela (17DD) é elaborada com o vírus vivo atenuado, sendo produzida inclusive no Brasil (Rio de Janeiro). É aplicada por via subcutânea na região deltóidea (braço). Em 95% das pessoas o efeito protetor (imunidade) ocorre uma semana após a aplicação e confere imunidade por, pelo menos, 10 anos (provavelmente por toda a vida). Está incluida nos Calendários de Vacinação e pode ser utilizada a partir dos 9 meses de idade. A vacina contra a febre amarela (anti-amarílica) está disponível na Rede Pública (gratuitamente => ver locais) e em clínicas privadas credenciadas. Deve ser aplicada, pelo menos, dez dias antes de qualquer viagem para áreas de risco, no Brasil ou no exterior. A emissão do Certificado Internacional de Vacinação é feita apenas em alguns locais (ver endereços).
Efeitos colaterais
A vacina geralmente
produz poucos
efeitos colaterais. É utilizada
há mais de sessenta anos e efeitos colaterais graves (incluindo
óbitos) são raros. Cerca de de 5% das
pessoas pode desenvolver, 5 a 10 dias depois da
vacinação,
sintomas como febre, dor de cabeça e dor muscular, sendo
infrequente
a ocorrência de reações no local de
aplicação.
Reações de hipersensibilidade são muito raras
e geralmente atribuídas às proteínas do ovo
contidas
na vacina. A ocorrência de encefalite é
raríssima,
tendo a maioria dos casos ocorrido em crianças vacinadas com
menos
de seis meses de idade.
Efeitos
colaterais
graves
|
Contra-indicações
Contra-indicações
|
| Locais para vacinação |
As
pessoas
vacinadas nos Centros
Municipais
de
Saúde recebem o Cartão
Nacional
de
Vacinação, que é válido em todo
território brasileiro. Quando necessitarem do Certificado
Internacional
de
Vacinação
e Profilaxia deverão
procurar
um
dos locais disponíveis para emissão (ver
endereços), munidas do Cartão
Nacional
(ou seja, na maioria das vezes são obrigadas - sem nenhuma razão plausível
- a procurarem dois locais diferentes apenas para obterem um documento
que tem por base o emitido nos Centros
Municipais
de
Saúde). O Certificado
tem validade por 10 anos, a contar a partir do décimo dia da
primeira
aplicação da vacina. Nas vacinações
seguintes
(feitas a cada 10 anos), o Certificado é válido
no
mesmo
dia
da
aplicação, se apresentando junto com o
anterior.
O Certificado Internacional de Vacinação pode ser exigido para os viajantes que tenham como destino (ou provenientes de) países com áreas de risco de febre amarela. A exigência pode ser feita por países com ou sem áreas de risco de febre amarela, porque em algumas regiões (Subcontinente Indiano, Sudeste Asiático etc) embora a doença não ocorra, existem transmissores capazes de iniciar uma epidemia. A exigência do Certificado Internacional deve ser verificada nas embaixadas ou consulados dos países de destino. O Brasil não exige o Certificado Internacional para a concessão de vistos consulares e entrada de viajantes. No entanto, dependendo da situação epidemiológica (surtos, epidemias) de cada país com áreas de risco, o Certificado Internacional de Vacinaçãopoderá ser exigido para a concessão de vistos consulares e ingresso no Brasil. O viajante estrangeiro deve consultar - sempre - as embaixadas ou consulados brasileiros antes da viagem.
O CVA
recomenda que, independentemente
da
exigência do
Certificado
Internacional o viajante seja vacinado
ao se dirigir para países
com áreas de risco de febre
amarela. Além
da
vacina
contra a febre
amarela, recomenda
que sejam cuidadosamente
seguidas as medidas de proteção contra as
doenças
transmitidas
por
insetos. Estas recomendações
são absolutamente
críticas, pelo maior risco, quando o destino for as
áreas
rurais ou de florestas.Deve
ser levado em consideração que em alguns países as
áreas de risco são limitadas apenas a algumas regiões.
Para a emissão do Certificado
Internacional é imprescindível assinatura do viajante
(o que torna obrigatória a sua presença) e a
apresentação de:
Certificado
Internacional
de
Vacinação
|
| O Cartão de Vacinação é um documento de comprovação de imunidade, sendo responsabilidade das Unidades de Saúde emití-lo ou atualizá-lo por ocasião da administração de qualquer vacina. Deve ser guardado junto com documentos de identificação pessoal. É importante que seja apresentado nos atendimentos médicos de rotina e fundamental que esteja disponível nos casos de acidentes. |
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